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Estatutos

ASSOCIAÇÃO DE ENFERMAGEM ONCOLÓGICA PORTUGUESA

Capítulo I

Denominação, natureza e fins

Artigo 1º
Denominação, Âmbito e Sede

1. A “AEOP – Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa”, também designada abreviadamente por AEOP, congrega e representa os Enfermeiros que trabalham em Oncologia.
2. A AEOP é uma instituição sem fins lucrativos, com duração ilimitada, que se regerá pelos presentes estatutos e, nos casos omissos, pela lei geral.
3. A AEOP exercerá as suas atividades sem subordinação a qualquer ideologia política ou religiosa.
4. A AEOP abrange todo o território Nacional e tem a sua sede social na Cidade do Porto, na Liga Portuguesa Contra Cancro Porto, Estrada Interior Circunvação 6657, 4200 Porto.

Artigo 2º
Objecto

É objecto da AEOP:
a) Promover e apoiar iniciativas que visem a difusão, ensino, e a investigação no âmbito da Enfermagem Oncológica
b) Divulgar conhecimentos específicos de Enfermagem oncológica
c) Participar no país e no estrangeiro em atividades de interesse cientifico para a enfermagem.

Artigo 3º
Atividade

Compete à AEOP:
a) Promover e apoiar iniciativas de carácter científico, investigacional e ético no âmbito da oncologia;
b) Obter estudos e informação respeitante á Enfermagem Oncológica e proceder á sua divulgação tanto em publicação própria como através do site;
c) Participar, no País ou no estrangeiro, em atividades com interesse específico para a Enfermagem Oncológica;
d) Prestar apoio aos sócios em questões especificas da enfermagem oncológica;
e) Dinamizar a informação e o conhecimento actualizados sobre os cuidados em oncologia na sociedade civil, através de iniciativas próprias (nos media, meios de difusão cultural e outros que se revelem adequados a este fim);
f) Promover o estabelecimento de relações com outras associações similares ou suas estruturas representativas, dedicadas aos cuidados em oncologia.

Capítulo II

Dos associados

Artigo 4º
Aquisição da qualidade de sócio

1. Os sócios da AEOP agrupam-se nas seguintes categorias:
a) Sócios fundadores;
b) Sócios honorários individuais e colectivos;
c) Sócios efetivos individuais e colectivos.
2. São sócios fundadores os signatários da escritura pública de constituição da AEOP.
3. São sócios honorários as pessoas singulares ou colectivas que a assembleia geral, sob proposta da direcção, atribua tal estatuto de honra pelo seu mérito, pelos trabalhos efectuados ou pela colaboração prestada à AEOP;
4. São sócios efetivos as pessoas singulares ou colectivas cuja experiência profissional ou interesse em cuidados em oncologia sejam considerados relevantes pela Direcção e por ela sejam admitidos;
5. Os sócios fundadores e efetivos, estão obrigados ao pagamento de jóia e quota anual, cujo montante seja fixado pela assembleia geral.

Artigo 5º
Direitos dos sócios

1. São direitos dos associados:
a) Participar nas assembleias gerais e em todas as atividades da AEOP;
b) Eleger e serem eleitos para os órgãos sociais da AEOP;
c) Requerer a convocação da assembleia geral extraordinária nos termos previstos nos presentes estatutos;
d) Consultar na sede, e durante as horas de expediente, dentro dos oito dias que antecedem qualquer reunião da assembleia geral, os livros e documentos necessários para o esclarecimento das matérias que constem da respectiva convocatória;
e) Utilizar os serviços que a AEOP ponha à sua disposição.
2. Os sócios colectivos serão representados nas assembleias gerais pelos elementos por eles designados na ficha de inscrição, representando apenas um voto, podendo alterar o nome da pessoa que os representa, com, pelo menos, quinze dias de antecedência.

Artigo 6º
Deveres dos sócios

São deveres dos associados:
a) Cumprir os presentes estatutos;
b) Colaborar nas atividades da AEOP;
c) Exercer, com zelo e diligência, os cargos para que forem eleitos;
d) Pagar pontualmente a jóia e as quotas que forem fixadas pela assembleia geral.

Artigo 7º
Perda da qualidade de sócio

Perdem a qualidade de associados:
a) Os que o solicitem por escrito;
b) Os que infringirem o que se encontra estabelecido nos presentes estatutos;
c) Os que, deixando de pagar a sua quota, não regularizem a situação nos trinta dias úteis seguintes à recepção da notificação para o efeito;
d) Por deliberação da assembleia geral, por iniciativa desta ou sob proposta fundamentada da direcção, exigindo-se o voto favorável de dois terços dos sócios presentes.
e) Os que, por qualquer forma, deixem de pertencer à AEOP não têm direito de reaver as quotizações que hajam pago.

Capítulo III

Dos órgãos sociais

Secção I

Artigo 8º
Corpos Sociais

1. São corpos sociais da AEOP: a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal.
2. A mesa da assembleia geral é constituída por um presidente e Três secretários;
3. A direcção é constituída por um presidente, um vice-presidente, um secretário-geral e Dois vogais;
4. O conselho fiscal é constituído por um presidente e dois vogais.

Artigo 9º
Eleições

1. As eleições para os membros dos corpos sociais realizam-se no mês de Janeiro, de dois em dois anos.
2. Os membros da mesa da assembleia geral, a direcção e o conselho fiscal são eleitos, por sufrágio direto e secreto, pelos associados que componham a assembleia geral.

Artigo 10º
Mandato

1. O mandato dos membros dos corpos gerentes eleitos é de dois anos;
2. O mandato inicia-se com a tomada de posse perante o presidente da mesa da assembleia geral em exercício, após aprovação do relatório e contas da direcção cessante;
3. Quando, por motivos de força maior, as eleições não se realizarem atempadamente, os mandatos consideram-se prorrogados até à posse dos novos corpos sociais;
4. Os sócios não poderão ser eleitos por mais de dois mandatos sucessivos, no mesmo cargo.

Artigo 11º
Reuniões

1. Com excepção da assembleia geral, as reuniões dos corpos sociais são convocadas pelos seus respectivos presidentes em exercício;
2. Os corpos sociais a que se refere o número anterior só podem funcionar com a presença da maioria dos seus membros.

Artigo 12º
Deliberações

1. As votações respeitantes às eleições dos corpos sociais e a assuntos de incidência pessoal dos seus membros são tomadas por escrutínio secreto;
2. Os sócios não podem votar nas matérias que lhes digam diretamente respeito ou em que sejam interessados os respectivos cônjuges, descendentes ou equiparados.

Artigo 13º
Actas

1. São sempre lavradas actas, incluídas em dossier próprio, das reuniões dos corpos sociais, que deverão ser assinadas pelos membros presentes;
2. As actas das reuniões da assembleia geral são assinadas pelos membros que efectivamente constituírem a respectiva mesa.

Artigo 14º
Responsabilidade dos corpos sociais

1. Os membros dos corpos sociais são responsáveis, civil e criminalmente, pelas faltas e irregularidades cometidas no exercício das suas funções;
2. Além dos motivos previstos na lei, os membros dos corpos sociais ficam exonerados da responsabilidade se:
a) Não tiverem tomado parte na respectiva deliberação e a reprovação com declaração, na primeira reunião em que estiverem presentes.
b) Tiverem votado contra essa resolução e o fizerem consignar em acta.
3. Os membros dos corpos sociais não podem contratar diretamente com a AEOP, salvo se do contrato resultar manifesto benefício para esta.
4. Os fundamentos das deliberações sobre os contratos referidos no número anterior deverão constar da acta da reunião do respectivo corpo social.

Artigo 15º
Gratuitidade

O exercício dos corpos sociais é gratuito, sem prejuízo do reembolso das despesas justificadamente efectuadas no âmbito da atividade da AEOP.

Artigo 16º
Forma de obrigar

A AEOP obriga-se com as assinaturas conjuntas do presidente e do vice-presidente da direcção, salvo em casos de mero expediente, em que bastará a assinatura de dois dos membros daquele corpo social.

Secção II

Artigo 17º
Assembleia Geral

A assembleia geral é constituída pelos sócios efetivos, em pleno gozo dos seus direitos, as suas deliberações são soberanas, tendo apenas por limite as disposições imperativas na lei e nos presentes estatutos.

Artigo 18º
Reuniões da assembleia geral

1. A assembleia geral reunirá em sessões ordinárias e extraordinárias;
2. A assembleia geral reunirá em sessão ordinária:
a) No final de cada mandato, durante o mês de Janeiro, para eleição dos corpos gerentes.
b) Pelo menos uma vez por ano, para aprovação do relatório e contas da direcção, bem como parecer do conselho fiscal.
c) Pelo menos uma vez por ano, para apreciação e votação do orçamento e programa de acção para o ano seguinte.
3. A assembleia geral reunirá, em sessão extraordinária, por iniciativa do presidente da mesa; a pedido da direcção ou do conselho fiscal ou a requerimento de, pelo menos, um terço dos associados no pleno gozo dos seus direitos.

Artigo 19º
Competência da assembleia geral

São atribuições da assembleia geral deliberar sobre todas as matérias não compreendidas nas atribuições dos outros corpos sociais, designadamente:
a) Aprovar e alterar os estatutos;
b) Eleger e exonerar, por votação secreta, os membros dos corpos sociais;
c) Outorgar a qualidade de sócio honorário, sob proposta da direcção;
d) Fixar anualmente o montante da jóia e da quota;
e) Discutir e aprovar o relatório de atividades e contas da gestão;
f) Apreciar e votar a integração da AEOP em Federações e/ou Sociedades similares;
g) Dissolver a AEOP;
h) Pronunciar-se sobre outros assuntos que sejam submetidos à sua apreciação.

Artigo 20º
Convocatória da assembleia geral

1. A convocatória para a assembleia geral será feita com a antecedência mínima de quinze dias, por circular enviada a todos os associados, indicando a data, hora, local e ordem de trabalhos.
2. A convocatória da assembleia geral extraordinária deve ser feita no prazo de 15 dias após o pedido do requerimento, e a reunião terá lugar no prazo máximo de 30 dias.
3. Não havendo quórum na data e hora marcada a assembleia geral reunirá com o número de sócios com direito a voto, presentes no mesmo local, meia hora depois.

Artigo 21º
Mesa da assembleia geral

1. Os trabalhos da assembleia geral são dirigidos por uma mesa constituída por um presidente e dois secretários.
2. O presidente da mesa será substituído, na sua falta, pelo primeiro secretário e este pelo segundo.
3. Na falta de qualquer titular da mesa, competirá à assembleia geral designar os respectivos substitutos.
4. Compete ao Presidente da mesa:
a)Dirigir os trabalhos da assembleia geral;
b)Rubricar as actas e os termos de abertura e encerramento;
c)Dar posse aos titulares dos corpos sociais;
d) Verificar a regularidade das listas concorrentes às eleições e a elegibilidade dos candidatos;
e) Aceitar e dar andamento aos recursos interpostos para a assembleia geral;
5. Compete aos Secretários:
a) Lavrar as actas e passar as certidões
b) Preparar o expediente e dar-lhe seguimento.

Artigo 22º
Deliberações

1. Salvo o disposto no número seguinte, as deliberação são tomadas por maioria absoluta dos sócios presentes.
2. É admitido o voto por correspondência, se tal constar da convocatória.
3. São anuláveis todas as deliberações tomadas sobre matérias que não constem da ordem de trabalhos fixada na convocatória, salvo se, estando presente a totalidade dos sócios, todos concordarem com o aditamento.

Secção III

Artigo 23º
Direcção

A direcção é o órgão executivo, competindo-lhe em geral, gerir e representar a AEOP através da prática dos actos necessários à prossecução dos seus fins.

Artigo 24º
Reuniões da direcção

1. A direcção reunirá ordinariamente de três em três meses e extraordinariamente, por iniciativa do presidente ou a requerimento de, pelo menos, três membros da direcção;
2. As decisões são tomadas com o voto da maioria dos seus membros, tendo o presidente voto de qualidade.

Artigo 25º
Competência da direcção

Compete à direcção:
a) Prosseguir os objetivos para que foi criada a AEOP;
b) Convocar a assembleia geral;
c) Executar as deliberações da assembleia geral;
d) Administrar os bens da AEOP;
e) Elaborar anualmente e submeter ao parecer do conselho fiscal o relatório e contas da Gestão, bem como o orçamento e programa de acção para o ano seguinte;
f)Representar a AEOP em organismos congéneres, nacionais ou estrangeiros;
g) Propor à assembleia geral o montante das jóia e quota a fixar para o ano seguinte;
h) Admitir e exonerar os associados.
i) Criar Núcleos Regionais da AEOP, e respectivos regulamentos internos.
j) Elaborar o regulamento interno.

Artigo 26º
Competência do presidente da direcção

1. Compete ao presidente da direcção:
a) Superintender na administração da AEOP;
b) Representar a AEOP em juízo e fora dele e na autorga de contratos;
c) Assegurar a organização e o funcionamento dos serviços, bem como a escrituração dos livros, nos termos da lei;
d) Zelar pelo cumprimento da lei, dos estatutos e das deliberações dos corpos gerentes da AEOP.
e) Tomar as providências urgentes que julgue indispensáveis, submetendo-as, posteriormente, à ratificação da direcção;
f) Assinar, conjuntamente com o vice-presidente, podendo delegar no secretário-geral, as autorizações de pagamento e as guias de receita;
g) Exercer as demais atribuições que, por delegação da direcção, lhe forem confiadas.
h) Gerir conteúdos da página web da AEOP.
2. Em caso de impedimento ou vacatura do lugar de presidente, será o cargo preenchido pelo vice-presidente.

Secção IV

Artigo 27º
Conselho fiscal

1. Compete ao conselho fiscal:
a) Exercer a fiscalização sobre a escrituração e documentos da AEOP, sempre que o julgue conveniente;
b) Dar parecer sobre o relatório, conta da gestão e orçamento e sobre todos os assuntos que a direcção submeta à sua apreciação.
2. O conselho fiscal pode solicitar à direcção elementos que considere necessários ao cumprimento das suas obrigações, bem como propor reuniões extraordinárias de conjunto para discussão de qualquer assunto.

Artigo 28º
Funcionamento

O conselho fiscal reúne obrigatoriamente duas vezes por ano.

Capítulo V

Regime Financeiro e Patrimonial

Artigo 29º
Património

Pertencem ao património da AEOP:
a) Livros e revistas cientificas ou outros;
b) Todos os bens móveis, imóveis e direitos que adquirir.

Artigo 30º
Receitas e despesas

1. Constituem receitas da AEOP:
a) As jóias e quotas dos associados;
b) As subvenções ou doações que lhe sejam concedidas;
c) Rendimentos dos serviços e bens próprios;
d) Subsídios que lhe sejam atribuídos.
3. Constituem despesas da AEOP as resultantes do cumprimento dos seus fins estatutários.
4. As disponibilidades financeiras da AEOP serão obrigatoriamente depositadas num estabelecimento bancário, em conta própria da associação.

Capítulo VI

Da Extinção

Artigo 31º
Extinção

No caso da extinção da AEOP por deliberação da assembleia geral, competirá a esta diligenciar sobre o destino dos bens, depois de satisfeito o passivo, segundo o artigo 166 do Código Civil.

Artigo 32º
Liquidação

1. A liquidação do património da AEOP decorrente da respectiva extinção será cometida a uma comissão liquidatária;
2. Os poderes da comissão liquidatária ficam limitados à prática de actos meramente conservatórios e necessários quer à liquidação do património social, que à ultimação dos negócios pendentes.

Capítulo VII

Disposições gerais e transitórias

Artigo 33º
Regulamento Interno

O regulamento interno, elaborado pela direcção, estipulará, designadamente, o seguinte:
a) O regime disciplinar aplicável aos sócios, designadamente sobre a suspensão, exclusão, readmissão e prévia audição dos sócios;
b) Regime aplicável ao pagamento de quotas;
c) Criação de comissões ou grupos de trabalho;
d) Regulamento eleitoral.

Artigo 34º
Ano social

O ano social da AEOP principia em Um de Fevereiro e termina a trinta e um de Janeiro.

Artigo 35º
Casos omissos
Os casos omissos são resolvidos pela assembleia geral, de acordo com a legislação em vigor

  • Propriedade
    Associação Enfermagem Oncológica Portuguesa (aeop)
    Estrada Interior Circunvalação, 6657
    4200 – 177 Porto, Portugal
    Telefs. – 936962099/934448816
    E.mail: revista@aeop.pt
    URL: https://www.aeop.pt/revista-onco-news/

    Ficha Catalográfica
    REVISTA ONCO.NEWS, Porto, 2007
    Revista Onco.News / propriedade da AEOP
    Revista de educação e formação em enfermagem Oncológica, iniciada em 2007

    Título da Revista: Onco.News
    Título da Revista abreviado: Revista ON
    Título de Registo de Marca Nacional:
    ISSN 1646 – 7868
    Depósito Legal:
    ISSN 1646 – 7868
    Projecto gráfico e maquetização:
    Medesign Lda., Porto

    Maquetização:
    Medesign
    Impressão:
    Norgráfica Lda.
    Desenvolvimento e manutenção da plataforma da Revista
    RHP
    Tradução para Língua Espanhola
    Gabinete de apoio a projetos da AEOP
    Apoio Documental e Conversão Hyper Text Markup Language (HTML)
    Medesign
    Atribuição DOI (Digital Object Identifier)
    Crossref.org
    Tiragem:
    500 exemplares
    Periodicidade:
    Bimestral

    Assinaturas:
    Para ser assinante da Revista Onco.News deve ser membro individual da AEOP pelo valor anual de 10 euros ou membro coletivo Nacional por 40 euros. Para Membro coletivo Internacional o valor é de 60 euros.

    Para aquisição de artigos a não membros, o valor é de 5 euros cada artigo em pdf e pode ser pedido para revista@aeop.pt

  • NORMAS DE PUBLICAÇÃO REVISTA Onco.News (ON)

    PRINCIPIOS
    A Revista Onco.News cumpre os critérios de uma revista de divulgação internacional, indexada e divulgada em documento físico e em formato eletrónico em diversas bases de dados nacionais e internacionais. O interesse dos autores em submeterem artigos científicos de qualidade prestigia a Revista, pelo que damos a maior atenção aos processos de revisão, de forma a salvaguardar princípios científicos e éticos de edição e divulgação.

    O conteúdo dos artigos é da exclusiva responsabilidade dos seus autores, aos quais compete respeitar os princípios éticos da investigação e cumprir as normas e orientações de edição da Revista. Ao publicar na Revista, os autores transferem os direitos autorais para a mesma. A Revista segue as normas da American Psychological Association (APA 6ª edição, 2011).

    Consideram-se as regras do novo acordo ortográfico pelo que o Editor salvaguarda o seu direito de modificar termos de Português do Brasil para português de Portugal. Os artigos são organizados de acordo com as normas APA, em função de uma categoria específica (Artigos de Investigação; Teóricos/Revisão; Revisões Literatura). As Revisões da Literatura (Sistemáticas ou Integrativas). As Revisões Sistemáticas a publicar na Revista deverão cumprir as exigências de síntese da evidência implementadas pelo Portugal Centre for Evidence Based Practice, em coerência com as políticas Cochrane; Cochrane – Revisões:

    O artigo submetido por e-mail para os serviços revista@aeop.pt, assim que aceites para análise pelo Diretor da revista ON, automaticamente os autores assumem:
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    . A de cedência de direitos de autor;
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    . O respeito pelos princípios dos conflitos de interesse.

    O Processo de submissão dos artigos processa-se online, através da página web da AEOP.
    O processo de revisão por pares, double blind, tem 8 fases (Pré-análise, Revisão por pares, Gestão de artigo, Tratamento técnico e documental, Revisão final, Maquetização e atribuição de DOI, HTML, Divulgação impressa e digital). Os artigos admitidos podem ser em língua portuguesa ou Espanhola. A Revista é também divulgada em formato impresso.

     

    ESTRUTURA DO ARTIGO
    . Tipo: Devem ser artigos originais e versarem temas de Oncologia, enfermagem e educação, estruturados de acordo com o guião adequado à sua tipologia.
    . Título: Deverá ser informativo e sucinto, redigido na afirmativa, em português ou Espanhol (máximo de 15 palavras), sem abreviaturas, nem indicação da localização da investigação.
    . Autores: Devem ser em número não superior a 5, devidamente identificados, com o nome e respetivas habilitações, categoria profissional, instituição onde exercem funções, país, contactos (e-mail, telefone) e fontes de financiamento do estudo (se for o caso).
    . Resumo: O resumo do trabalho deve ser apresentado em português ou Espanhol e em Inglês, não deve exceder 150 palavras. Deve ser estruturado de acordo com os tópicos de análise crítica específicos de cada artigo.
    . Palavras-chave: O artigo deve apresentar, no máximo, 5 palavras-chave, transcritas de acordo com os descritores MeSH, em português ou Espanhol, inglês (Pesquisar em: http://decs.bvs.br/. Quando não se encontrar um descritor para uma palavra-chave, considerada relevante no estudo, esta pode ser incluída por decisão do autor.

     

    – Texto: Estrutura do texto:
    Os Artigos de Investigação devem conter as seguintes secções: Título, Resumo, Palavras-chave, Introdução, Enquadramento/Fundamentação Teórica, Questões de Investigação/Hipóteses, Metodologia, Resultados, Discussão e Conclusão.
    Os Artigos Teóricos devem conter as seguintes secções: Título, Resumo, Palavras-chave, Introdução, Desenvolvimento/Dissertação e Conclusão.
    NOTA: Excecionalmente, nos estudos qualitativos, para facilitar o trabalho de análise compreensiva, podem fundir-se as secções RESULTADOS E DISCUSSÃO
    Os Artigos de Revisão Sistemática devem conter as secções: Título, Resumo, Palavras-chave, Introdução, Método de Revisão Sistemática, Apresentação dos Resultados, Interpretação dos Resultados e Conclusão.
    Os Artigos de Revisão Integrativa devem conter as secções: Título, Resumo, Palavras-chave, Introdução, Procedimentos Metodológicos de Revisão Integrativa, Resultados e Interpretação, Conclusão.

    – Formato: O texto deve ser apresentado em formato Word, letra Arial, tamanho 11, espaço 1,5, sem justificação, páginas em formato A4 (margens superior e inferior de 2,5cm e margens esquerda e direita de 3cm), em coluna única, evitando negritos e sublinhados, variação do tipo de letra, fundos de cor, etc.. Não deve incluir notas de rodapé. O artigo não deverá ultrapassar as 15 páginas incluindo referências bibliográficas, tabelas e figuras (gráficos, imagens, etc).
    NB: Os autores devem dar a maior atenção aos aspetos morfológicos e sintáticos do discurso, evitando erros, redundâncias, jargão…

    – Tabelas e figuras (gráficos, imagens, etc): Apenas devem ser incluídos os que sejam absolutamente necessários para a compreensão do artigo. Devem ser referidos no texto e estar numerados por ordem de inclusão, em função de cada tipo. Os comentários aos dados e resultados apresentados devem anteceder as respectivas figuras, gráficos, imagens, etc. As tabelas devem apresentar o número e título em cabeçalho e as figuras (gráficos, imagens, etc) devem apresentar o número e título no respetivo rodapé. Quando não são construídas pelos autores, devem conter a Fonte.

    – Citações: As citações podem ser diretas ou indiretas. Na citação direta, ou textual, a transcrição ipsis verbis do texto original deve ser apresentada entre aspas e acompanhada do autor, data de publicação e número da página. A citação indireta, ou paráfrase, deve ser acompanhada do autor e data de publicação. A citação no texto deve seguir as normas da American Psychological Association (APA 6ª edição, 2010). Todos os autores citados deverão constar da lista de referências bibliográficas.

    Como exemplo, citar:
    – Obra com 1 autor: Walker (2007)
    – Obra com 2 autores: Walker e Allen (2004)
    – Obra de 3 autores: Bradley, Ramirez, e Soo (1999), Etc…
    – Obra de um grupo: (University of Pittsburgh, 2005)
    Nota: Deve indicar-se também o número de página, no caso de citação textual, tal como nos exemplos: Pereira (2009, p. 20) ou (Pereira, 2009, p. 20).

    – Referências bibliográficas: As referências selecionadas devem ser preferencialmente primárias. Devem colocar em evidência as publicações mais representativas do Estado da Arte, em particular as dos últimos 5 anos. As fontes devem ser localizadas, privilegiando a pesquisa em bases de dados de revistas nacionais e internacionais indexadas. As referências bibliográficas devem estar elaboradas de acordo com as normas da American Psychological Association (APA 6ª edição, 2010). Todas elas deverão estar citadas no artigo. A lista de referências bibliográficas não deverá exceder 15 títulos.

    Normas da American Psychological Association (APA), Exemplos:
    Livros Um autor: Cunha, M. I. (2008). O bom professor e a sua prática (20ª ed.). Campinas, Brasil: Papirus Editora.
    – Dois autores: Oliveira, J. E. P., & Milech, A. (2004). Diabetes mellitus: Clínica, diagnóstico, tratamento multidisciplinar. São Paulo, Brasil: Atheneu.
    – Três, quatro ou cinco autores:  Bell, M., Bush, D., Nicholson, P., O’Brien, D., & Tran, T. (2002). Universities online: A survey of online education and services in Australia. Canberra, Australia: Department of Education, Science and Training.
    – Seis ou mais autores: Incluir na bibliografia os nomes até sete autores Levy, S. N., Silva, J. J. C., Cardoso, I. F. R., Werberich, P. M., Moreira, L. L. S., Montiani, H., & Carneiro, R. (1997). Educação em saúde: Histórico, conceitos e propostas. Brasília, Brasil: Ministério da Saúde.
    NB: Quando tem oito ou mais autores, incluir os nomes dos seis primeiros autores, seguido de reticências
    – Autor de colectividade (organismo, instituição…): Ordem dos Enfermeiros. Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica. (2010). Guias orientadores de boa prática em enfermagem de saúde infantil e pediátrica (Vol. 1). Lisboa, Portugal: Autor. Ministério da Saúde. Direcção-Geral da Saúde. (2008).
    – Artigos de Publicações Periódicas: Gallagher, S., Phillips, A. C., Oliver, C., & Carroll, D. (2008). Predictors of psychological morbidity in parents of children with intellectual disabilities. Journal of Pediatric Psychology, 33(10), 1129- 1136. Recuperado de http://jpepsy.oxfordjournals.org/content/33/1 0/1129.full  Potter, P., Deshields, T., Divanbeigi, J., Berger, J., Cipriano, D., Norris, L., & Olsen, S. (2010). Compassion Fatigue and Burnout : Prevalence among oncology nurses. Clinical Journal of Oncology Nursing, 14(5).
    – Documento impresso com DOI: Edwards, A. S. (1957). Case Studies in Childhood Emotional Disabilities. Journal of EducationalPs ychology, 48(7), 470‐471. doi: 10.1037/h0039337 Documento eletrónico com DOI:  Buckley, D., Codina, C., Bhardwaj, P., & Pascalis, O. (2010). Action video game players and deaf observers have larger Goldmann visual fields. Vision Research, 50 (5), 548‐ 556. Recuperado de http://www.sciencedirect.com/science/article/B6T0W‐4XVC4KW‐ 1/2/18ef13d8ac72c9d722b905102216d898. doi: 10.1016/j.visres.2009.11.018

    Procedimentos de submissão do artigo e documentos a juntar
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    2º Passo: Clicar no Menu em “Submeter Artigo”
    3º Passo: Preenchimento dos dados solicitados (nomeadamente informação sobre autores – num máximo de 5).
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    Processo de Revisão
    Os artigos propostos são apreciados num processo Double blind (duplamente cego, i.e., os intervenientes – autores, revisores, gestores de artigo – são anonimizados). Processo de revisão dos artigos submetidos à Revista tempo limite de resposta em 60 dias.
    No caso de aceitação do artigo estar condicionada a modificações, estas devem ser realizadas pelos autores no prazo máximo de 10 dias.
    A decisão final acerca publicação dos artigos é da responsabilidade do Director da Revista.

  • Princípios Ético-Legais Fundamentais

    Declaração de Ética

    Como parte dos nossos esforços para melhorar a qualidade da revista, gostaríamos de sublinhar a importância de manter elevados padrões éticos na publicação de artigos na Revista Onco.News. Na nossa atividade editorial, estamos a trabalhar no sentido de adotar os Principles of Transperency and Best Practice in Scholarly Publishing criados pelo Committee on Publication Ethics (COPE), o Directory of Open Access Journals (DOAJ) e a Open Access Scholarly Publishers Association (OASPA). Estes Princípios podem ser consultados em http://publicationethics.org/files/u7140/Principles_of_Transparency_and_Best_Practice_in_Scholarly_Publishing.pdf.

    Estamos ainda a trabalhar no sentido de adotar as Code of Conduct and Best Practice Guidelines for Journal Editors, visível em http://publicationethics.org/files/Code_of_conduct_for_journal_editors.pdf

    Considerações de natureza ética e profissional

    Os artigos com perfil político ou os artigos com avaliações tendenciosas ou incorretas de outros trabalhos científicos e outros especialistas não são aceites para publicação. Mantemos um processo de double-blind peer-review e temos revisores com elevadas qualificações académicas e experiência prática no domínio da enfermagem oncológica. A nossa prioridade são os artigos inovadores a nível científico e com importância efetiva para a enfermagem oncológica. Valorizamos a investigação aplicada, bem como a prática baseada em evidências.

    Publicação Enganosa

    Os artigos devem ser originais e não devem incluir dados manipulados ou informações fraudulentas. Os artigos devem descrever resultados com o máximo de precisão possível, e evite usar declarações de opiniões como sendo factos. O manuscrito deverá apresentar os resultados de forma direta e não induzir o leitor em erro ou gerar mal-entendidos. É importante analisar o significado dos resultados e, ao mesmo tempo, é fundamental não sobre-interpretar os resultados. Uma interpretação excessiva ou tendenciosa não irá contribuir para os avanços científicos e irá induzir os leitores em erro.

    Normas éticas para publicação na Revista

    A publicação de um artigo numa revista peer-reviewed é um componente essencial no desenvolvimento de uma rede de conhecimentos coerente e respeitada. Trata-se de um reflexo direto da qualidade do trabalho dos autores e das instituições que os apoiam. Os artigos peer-reviewed sustentam e incorporam o método científico. Assim, é importante chegar a um consenso sobre as normas de comportamento ético para todas as partes envolvidas no ato de publicação: autor, editor-chefe, revisor, editor e sociedade. O Conselho Editorial da Revista Onco.News encara as suas funções de tutela sobre todas as fases de edição com a máxima seriedade e reconhecemos as nossas responsabilidades éticas e outras. Estamos empenhados em garantir que a publicidade, a reimpressão ou outras receitas comerciais não tem impacto ou influência sobre as decisões editoriais. Além disso, a Revista Onco.News e o seu Conselho Editorial irá ajudar nos contactos com outras revistas e/ou editores sempre que for útil e necessário.

    Proteção dos Participantes da Investigação e Consentimento Informado

    A revista Onco.News apoia as políticas de proteção dos participantes em investigação do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE)
    http://www.icmje.org/recommendations/browse/roles-and-responsibilities/protection-of-research-participants.html.
    Ao reportar investigações que envolvem dados de seres humanos, os autores devem indicar se os procedimentos seguidos foram avaliados por uma comissão de ética (institucional e nacional), ou, na ausência de comissão de ética formal, os autores devem referir que os procedimentos estavam em conformidade com a Declaração de Helsínquia, revista em 2013. Se houver dúvida se a investigação foi realizada em conformidade com a Declaração de Helsínquia, os autores devem explicar a razão para a sua abordagem do estudo e demonstrar que a instituição aprovou explicitamente todos os aspetos do estudo. A aprovação de uma comissão de ética não impede o editor de formar o seu próprio julgamento sobre a adequação da investigação.
    Os doentes têm direito à privacidade que não deve ser violado sem consentimento informado. As informações de identificação, incluindo nomes, iniciais, ou números de hospitais não devem ser publicadas em descrições escritas, fotografias ou genealogia a menos que a informação seja essencial para fins científicos e que o paciente (ou tutor legal) dê consentimento informado por escrito para autorização da publicação. O consentimento informado para este propósito requer que seja mostrado o conteúdo a um paciente identificável antes do artigo ser publicado.
    Os detalhes de identificação não essenciais devem ser omissos. O consentimento informado sobre a possibilidade de identificação deve ser obtido se houver qualquer dúvida de que o anonimato pode ser mantido. Por exemplo, mascarar a região dos olhos em fotografias de pacientes é uma proteção inadequada do anonimato. Se forem visíveis características de identificação, os autores devem fornecer a garantia de que foi pedido o consentimento aos participantes para essa divulgação. O editor terá em consideração que as alterações às características de identificação não distorcem o significado científico.

    Responsabilidades dos autores

    Os autores devem garantir que os seus artigos são honestos, claros, precisos, completos e equilibrados, e devem evitar informações enganosas, seletivas ou ambíguas. No que diz respeito aos deveres dos autores, adotámos a declaração de posição Responsible research publication: international standards for authors que foi criada na 2ª Conferência Mundial sobre Integridade Científica. Estas normas estão disponíveis em http://publicationethics.org/files/International%20standards_authors_for%20website_11_Nov_2011.pdf.

    Responsabilidades do Coordenador Editorial

    O Coordenador Editorial deve considerar-se membro integrante da comunidade editorial profissional mais alargada, manter-se informado das políticas e avanços mais relevantes e garantir que a sua equipa editorial recebe formação adequada treinado e está igualmente informada sobre questões relevantes. Em relação aos deveres, adotámos a declaração de posição Responsible research publication: international standards for editors que foi criada na 2ª Conferência Mundial sobre Integridade Científica em http://publicationethics.org/files/International%20standard_editors_for%20website_11_Nov_2011.pdf.

    Responsabilidades dos revisores

    Os revisores desempenham um papel central e fundamental no processo de peer-review. Este processo tem um papel importante no sentido de garantir a integridade da Revista. O processo depende, em grande medida, da confiança estabelecida, e exige que todos os envolvidos atuem com responsabilidade e ética. Em relação aos deveres dos revisores, adotámos as COPE Ethical Guidelines for Peer Reviewers. Estas normas estão disponíveis em http://publicationethics.org/files/Peer%20review%20guidelines.pdf.

    Declaração de Boas Práticas de Publicação

    A má conduta académica (plágio, fraude, violação dos direitos de propriedade intelectual, etc.) sob qualquer forma não será tolerada pela revista. Em casos de suspeita de má conduta (plágio, fraude, violação dos direitos de propriedade intelectual, etc.), será formado um painel para avaliar o conteúdo da reclamação. Se a reclamação for baseada em elementos de prova, o artigo em causa será rejeitado da consideração para publicação na Revista Onco.News e todos os autores e as respetivas instituições serão informados. Nos casos em que o artigo já tenha sido publicado antes da má conduta ter sido identificada, será exigida uma retratação aos autores ou ao conselho editorial da Revista e o caso será tornado público.

    Declaração de Privacidade: Os nomes e endereços de correio eletrónico facultados a esta revista serão usados exclusivamente para os fins declarados por esta revista e não serão disponibilizados para qualquer outra finalidade ou a qualquer outra entidade.

    Declaração de Direito Autoral

    Os autores que publicam na Revista Onco.news DEVEM assinar uma Declaração Ético-Legal, de Responsabilidade e Conflito de Interesses. Ao assinarem o Termo Único, os autores afirmam que:
    a) O artigo a ser submetido à Revista Onco.news é original, não se encontra publicado em qualquer outra revista, livro de atas ou capítulo de livro e não está atualmente em apreciação, na íntegra ou em partes, por outra revista;
    b) Todos os direitos de autor do artigo são transferidos para a Revista assim que este for aceite para publicação eletrónica ou impressa;
    c) O artigo não tem plágio e cumpre com rigor os processos de referenciação e citação estabelecidos pela Revista;
    d) O artigo descreve com precisão, na metodologia, o cumprimento de todos os aspetos ético-legais para realização da investigação;
    e) Todos os autores do artigo assumem total responsabilidade por qualquer má prática inerente aos princípios acima descritos, ou quaisquer outros que prejudiquem a dignidade científica da Revista e os princípios de rigor da comunidade científica;
    f) A aprovação de uma instituição deve ser apresentada (se aplicável);
    g) O parecer da Comissão de Ética deve ser apresentada (se aplicável);
    h) Não possuem conflitos de interesse (pessoais, comerciais, académicos, políticos ou financeiros);
    i) Todos os apoios financeiros e materiais recebidos para o desenvolvimento da investigação estão descritos no texto.

    Todos os autores devem ler e concordar com as condições apresentadas neste Termo Único e concordar com o facto de o autor correspondente poder assinar em seu nome. DEVE ser validada, juntamente com o artigo a ser submetido, uma Declaração Ético-Legal, de Responsabilidade e Conflito de Interesses.

     

  • Todos os artigos on-line estão com acesso livre ao Abstract.
    Os artigos Completos em PDF estão com acesso livre para o Membros AEOP após efetuarem Login.
    Caso pretenda ter acesso a artigos completos em formato PDF, poderá registar-se como membro AEOP.

    Para os Não Membro AEOP, o acesso ao artigo em formato PDF tem um custo de 5 euros.
    Deve solicitar o artigo pretendido para revista@aeop.pt.
    O pagamento da Taxa processa-se por MB ou Transferência Bancária usando o IBAN PT50 003503740000226193084

  • A revista é enviada on-line a todos os membros de forma gratuita.
    Para Instituições ou Organização coletivas, o valor anual da aquisição da revista ON é de 40 Euros/Ano.
    Para fazer a sua Inscrição anual, submeter a adesão como membro colectivo na secção de Adesão a Novo Membro.
    Para aquisição de Revista Individual (avulso) em formato PDF, valor é de 5 euros.
    Deverá solicitar para revista@aeop.pt.

     

    Formas de Pagamento
    – Por Multibanco
    Se pretenderem efetuar a liquidação através de Multibanco, utilizar o NIB 003503740000226193084. Após efetuarem a transferência, deverão comunicar com o nosso secretariado via e-mail (revista@aeop.pt) ou enviar SMS para 936962099
    – Pelo homebanking
    Se pretenderem efetuar a liquidação através da Internet (transferência bancária) o NIB é 003503740000226193084. Na transferência deverão escrever “pedido artigo”.

  • Revisão de um artigo científico submetido á Revista Onco.News – Double-Blind Reviewed

    A Revista Onco.News publica os seguintes tipos de artigos:
    Artigos Originais/Investigação – Artigos de Investigação apresentam as seguintes secções: Título, Resumo, Palavras-chave,  Abstract, Key-words, Introdução, Enquadramento/Fundamentação Teórica, Questões de Investigação, Metodologia, Resultados e Discussão, Conclusão e Referencias Bibliográficas.
    Artigos Teóricos – apresentam as seguintes secções: Título, Resumo, Palavras-chave,  Abstract, Key-words, Introdução, Enquadramento/Fundamentação Teórica, Conclusão e Referencias Bibliográficas.
    Artigos de Revisão Sistemática – apresentam as seguintes secções: Título, Resumo, Palavras-chave Abstract, Key-words, Introdução, Objetivos, Metodologia Sistemática, Resultados e Discussão, Conclusão e Referencias Bibliográficas.
    Artigos de Revisão Integrativa – apresentam as seguintes secções: Título, Resumo, Palavras-chave,  Abstract, Key-words, Introdução, Objetivos, Metodologia Integrativa, Resultados e Discussão, Conclusão e Referencias Bibliográficas.

    PROCESSO DE REVISÃO

    A Revista onco.News é integralmente gerida em meio digital. Apresenta um processo de revisão por pares, double blind, percorrendo cada artigo um ciclo de 5 fases da submissão à divulgação, com tempos médios definidos num total de 90 dias. Ao longo do processo, os autores vão sendo informados em que fase se encontra o seu artigo.
    As fases do processo de revisão são:
    1 – Pré-análise – Após submissão do artigo, com todos os documentos necessários, o Coordenador Revista verifica se o artigo tem condições para entrar no processo de revisão. Nesta fase, os artigos de tipo quantitativo são analisados por estatísticos que verificam o desenho, os métodos e a apresentação e análise de dados. Verificam-se todos os itens do checklist específico do artigo, particularmente estrutura e princípios normativos.
    Se o artigo for recomendado para entrar no processo de revisão passa à fase seguinte.
    2 – Revisão por pares – O artigo é enviado a 2 revisores da lista de revisores especializados no tema em avaliação. . Sempre que não se observar acordo entre os 2 revisores o artigo é enviado para um terceiro. Quando um revisor não cumpre o tempo definido é retirado do processo de revisão e substituído por um terceiro (situação que atrasa o tempo médio de revisão).
    Após resposta dos autores a todas as recomendações dos revisores (saco se aplique), o artigo entra em fase de Gestor de artigo. Ao gestor compete verificar se o artigo tem condições para ser publicado, comparando o artigo antes da revisão com o artigo modificado pelos autores em função das recomendações propostas pelos revisores. Com a concordância do Gestor de artigo o mesmo prossegue para a fase de Maquetização e Correcção Final.
    3 – Maquetização e Correcção Final – Os técnicos de documentação verificam o formato normativo das referências bibliográficas e os tradutores verificam o idioma dos abstracts. Seguidamente o texto científico é verificado em fase de Revisor final pela Gestão da Revista.  O texto científico é verificado sob o ponto de vista morfológico e sintático.
    4 – Maquetização e Atribuição de DOI – Os artigos são maquetizados e é atribuído o Digital Object Identifier (DOI).
    O autor recebe as provas maquetizadas do artigo (versão portuguesa ou Espanhola) antes da publicação. As provas devem ser verificadas, validadas, e devolvidas pelos autores ao Coordenador da revista num período de 48 horas.
    NB: Em situação de não receção das provas no tempo estabelecido, o Editor não se responsabiliza por qualquer erro ou omissão que possa ser publicado.
    Os Técnicos documentais procedem à criação dos metadados (HTML, XML e materiais de divulgação seletiva). O artigo entra em fase de Divulgação Impressa e Digital.
    5 – Divulgação Impressa e Digital – Finalmente os artigos ficam disponíveis na página da revista em acesso livre para os membros subscritores em texto integral; são enviados para todas as bases de dados, indexadores e circuitos de divulgação. Será também impressa em papel e enviada aos membros subscritores.
    Quando um artigo chega à fase de Revisão final, não fica assegurada a sua publicação imediata. A publicação depende do volume de artigos entrados e aceites sequencialmente para publicação.

  • EDITOR
    AEOP – Associação Enfermagem Oncológica Portuguesa

    DIRECTOR DA PUBLICAÇÃO
    M. Jorge Freitas
    MsC, RN, Departamento Radioterapia do IPO Porto
    Enfermeiro Especialista Enfermagem Comunitária, Mestrado Bioética e Ética Médica; Pós-Graduação Gestão de Unidade de Saúde

    EDITOR CONSULTIVO
    Mónica Castro
    RN, Oncohamatology Department, Harley Street Clinic, London

    CORPO EDITORIAL
    Emília Rito, RN, Fundação Champalimaud, Lisboa Portugal
    Maria Graça Braz, Porto, RN, IPO Porto, Porto, Portugal
    Ana Paula Figueiredo, RN, IPO Porto, Porto, Portugal
    Ana Paula Moreira, RN, IPO Porto, Porto, Portugal
    Sara Torcato, RN, Hospital Cuf, Lisboa, Portugal
    Carina Raposo, RN, MSC, Centro Hospitalar Porto, Porto, Portugal
    Catarina Marques, RN, Centro Hospitalar Lisboa Norte, Lisboa, Portugal
    Susana Miguel, RN, IPO Lisboa, Lisboa, Portugal
    Marisa Matos, RN, IPO Porto, Porto, Portugal

    REVISORES POR PARE
    Ana Pinto Fonseca
    MSc, Mestrado em Ciências de Enfermagem, Professora da Escola Superior de Enfermagem de S. João de Deus – Universidade de Évora, Évora, Portugal
    Bruno Magalhães
    MSc, RN, Professor Escola Superior Enfermagem Santa Maria, Porto, Portugal
    Eunice Sá
    MsC, Professora na Escola Superior Enfermagem Lisboa, Lisboa, Portugal
    Esmeralda Barreira
    MSC, PhD Mestrado em Psicologia e Mestrado em Counselling; Docente na Universidade Fernando Pessoa, Porto; Clínica Pulmão IPO Porto, Portugal
    Maria Deolinda Dias Pereira
    MSC, Mestrado em Ciências de Enfermagem, Especialista Enfermagem Médico-cirúrgica, Lisboa, Portugal
    Ana Leonor Ribeiro
    PhD, Professora da Escola Superior Enfermagem Porto, Porto, Portugal
    Luís Batalha
    PhD, Doutoramento em Ciências da Saúde, ramo Biologia Humana, Professore da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Coimbra, Portugal
    Isabel Maria Tarico Bico Correia
    MSc Mestre em Sociologia, Professora da Escola Superior de Enfermagem de S. João de Deus Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias da Saúde – Universidade de Évora, Évora
    Clara Costa Oliveira
    PhD, Investigadora de pesquisa em Realidade, Exclusão e Cidadania na Terceira Idade – UNISC (Brasil) Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, Professora na Universidade Minho, Braga, Portugal
    Ingrid Felix Modesto
    RN, Especialista em Oncologia, Hospital Sírio Libanês, S. Paulo, Brasil

    REVISORES FINAIS
    M. Jorge Freitas, Diretor Revista Onco.news
    Mónica Castro, Editor Consultivo da Revista Onco.News